
Então me dirijo a rua
E la esta ela , me contemplando
Lua eterna, viva mas morta
Sigo em direção ao encontro
Sinto me observado por algo que me contempla
Eu pobre homem
Sendo observado pela grandiosidade
Lua eterna
No encontro ela me ilumina o perigo
A prata brilha mais que a luz urbana
E como trovões projeteis vem ao meu encontro
Pego no caminho eles chegam a me perfurar
Vou ao chão sem nunca me desligar dela
Ela tinha me avisado
Agora, no chão cada vez mais gelado
Choro, e ela chora ao me iluminar
Sua eternidade me ofusca
Lua tão viva e eu tão morto
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"Arrivederci" Ao Sistema!
Adorei o poema :D
ResponderExcluirMuito bom mesmo, me fez imaginar toda a estória.
Voce tem talento! x)
Abraços, Ale!
(\_(\
(^_^)
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